Em busca do bi, Palmeiras retorna a Libertadores Feminina
Palestrinas levantaram o título sul-americano em 2022
Luiz Malcov (@luiz_malcov_jor)
10/12/20262 min read


A busca pelo Bi: a história, a tradição e as expectativas do Palmeiras na Libertadores Feminina
O futebol feminino do Palmeiras construiu uma relação tão curta quanto gloriosa com a Copa Libertadores. Em poucas participações, as Palestrinas deixaram de ser meras estreantes para se consolidarem como uma das maiores forças do continente sul-americano, unindo bom futebol, dominância e vitórias marcantes.
A Glória Inesquecível de 2022
A história alviverde no torneio começou de maneira épica em 2022. Em sua primeira participação na Libertadores, a equipe fez uma campanha impecável e conquistou o título de forma invicta. Na grande decisão disputada em Quito, no Equador, o Palmeiras deu um show e goleou o Boca Juniors por 4 a 1, erguendo o troféu mais cobiçado da América na primeira oportunidade e colocando o clube no topo do continente.
Mantendo a Prateleira Alta (2023)
Em 2023, com o status de atual campeão, o Verdão provou que a conquista anterior não tinha sido por acaso. Chegando novamente à final, o Palmeiras travou uma decisão dura em clássico paulista contra o Corinthians e acabou ficando com o vice-campeonato. A campanha consolidou o projeto palmeirense como uma potência definitiva no cenário da CONMEBOL.
O Cenario e a Expectativa para 2026
Na edição de 2026, as Palestrinas chegam com fome de reconquista e a missão clara de buscar a segunda taça continental.
Caminho Definido: Alocado no Grupo B, o Palmeiras terá pela frente desafios contra Independiente del Valle/Dragonas (Equador), Belgrano (Argentina) e Universitario (Peru).
Ponta de Lança: A caminhada começa nesta quinta-feira, 15 de outubro, na estreia diante do Universitario, no Estádio Banco Guayaquil.
Força do Elenco: Contando com a mescla entre a experiência de jogadoras decisivas como Bia Zaneratto, Brena e Poliana e a energia dos reforços da temporada, o Verdão aposta em consistência tática e intensidade física para passar da fase de grupos e avançar ao mata-mata.
A camisa alviverde pesa na América do Sul, e o objetivo em 2026 é um só: reafirmar a hegemonia e trazer mais um troféu da Libertadores Feminina para a Academia.
